Ainda recentemente, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, em franca campanha por sua reeleição, reclamou do ritmo das obras para a Copa do Mundo de 2014, e alertou o Brasil de que o Mundial "é amanhã" .
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, reagiu dizendo que "não é papel da CBF pressionar governantes, ainda mais quando não há nenhum motivo para tal".
Neste espaço, vou mostrar ao público leitor/torcedor o estágio em que se encontra cada um dos estádios que foram escolhidos para sediarem jogos do Mundial.
MARACANÃ
Em recente vistoria na presença do ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage Sobrinho, e do relator do Tribunal de Contas da União (TCU) para a Copa de 2014, ministro Valmir Campelo, o governador do Rio, Sérgio Cabral, confirmou que o estádio será entregue em dezembro de 2012 e, com uma nova cobertura, estará à disposição para a Copa das Confederações, com capacidade para 76 mil pessoas, a um custo máximo de R$ 1,05 bi.
ITAQUERÃO
Ainda estão sendo feitos ajustes no projeto para que seja possível captar carta de crédito de R$ 400 milhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). O início das obras está previsto para maio, com um custo estimado de R$ 600 milhões. A capacidade será de 65 mil torcedores. Dizem que pode receber o jogo de abertura.
BEIRA-RIO
O Internacional anunciou na semana passada que a construtora Andrade Gutierrez viabilizará financeiramente as obras do estádio, em troca da concessão de sua exploração pelos próximos 20 anos. O Beira-Rio terá capacidade ampliada para 60 mil lugares. O custo estimado é de R$ 270 milhões.
MINEIRÃO
É considerada a obra mais avançada da Copa. Está entrando em sua terceira fase. O custo total do projeto, entre a reforma do estádio e da esplanada, é de R$ 743 milhões.
ARENA DA BAIXADA
É um dos estádios privados do Mundial. O Atlético-PR prevê o início das obras para junho deste ano, a um custo de R$ 130 milhões. Serão construídos um quarto lance de arquibancada e a cobertura. O município liberou crédito de R$ 90 milhões para o clube paranaense. A capacidade será de 42 mil lugares.
MANÉ GARRINCHA
A demolição e o desmonte de partes da arquibancada já foram iniciados. O novo Mané Garrincha terá capacidade para 71 mil torcedores e custará R$ 671 milhões. O projeto inclui estacionamentos, área de apoio, vestiários e lojas.
ARENA DO PANTANAL
As obras de fundações deveriam terminar em dezembro, mas foram adiadas devido às chuvas. Com arquibancadas e cobertura desmontáveis, a capacidade de 43.600 lugares poderá ser reduzida em até 30% após o Mundial. O custo previsto é de R$ 342 milhões.
ARENA AMAZÔNIA
As obras continuam, e no momento, estão sendo instaladas as bases para a arquibancada inferior. A nova arena substituirá o Vivaldo Lima, em demolição. A capacidade será de 42.200 torcedores, a um custo de R$ 450 milhões.
CASTELÃO
As obras no entorno começaram, mas as internas estão previstas para esta sexta-feira. Com a reforma, o Castelão passará a ter 67.037 lugares, além de estacionamento, centro olímpico e um ginásio. O custo foi orçado em R$ 518,6 milhões. O Ceará pretende receber uma das semifinais da Copa.
ARENA DAS DUNAS
Assim como São Paulo, é o único local onde as obras para o Mundial de 2014 ainda não começaram. O início está previsto para o mês de maio e ficará a cargo da OAS, única participante da licitação. O custo total da obra, hoje, está calculado em R$ 593 milhões. As arquibancadas flexíveis permitirão remover parte dos 47 mil assentos do estádio depois da Copa.
ARENA NOVA FONTE
Substituirá a antiga Fonte Nova. Terá capacidade para 50.433 lugares e três aneis de arquibancada, mas como os baianos ainda mantêm a esperança de substituir São Paulo na abertura da Copa, poderá ser ampliada para 65 mil. A previsão de custos é de R$ 590 milhões.
ARENA PERNAMBUCO
A obra está na fase de terraplanagem e fundações. Localizada em São Lourenço da Mata, a 19 km de Recife, terá capacidade para 46 mil lugares e seis mil vagas para carros. Custará R$ 532 milhões.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Jacaré segue sem passar da segunda fase desde 2007
O gol do atacante Marcelo Nicácio, aos 47 minutos do segundo tempo, na virada por 2 x 1 do Ceará, ontem à noite, no Castelão, em Fortaleza, impediu que o Brasiliense quebrasse um tabu de quatro anos.
Com a eliminação, o Jacaré continua sem chegar às oitavas-de-final desde 2007, quando chegou à semifinal. Com o 0 x 0 na ida, na Boca do Jacaré, o time amarelo jogava por um empate com gols para acabar com o jejum.
Em 2007, depois de golear o Barra do Garças-MT por 4 x 1 na estreia, resultado que antecipou a vaga, o Jacaré avançou para as oitavas ao eliminar o Juventude (RS), então um adversário da Série A, como o Ceará é atualmente.
O primeiro duelo, em Taguatinga, coincidentemente, acabou sem gol. Na decisão, em Caxias (RS), vitória e vaga amarela por 3 x 2.
O jejum começou no ano seguinte. Depois de eliminar a Ulbra (RS), com 1 x 1 fora e 1 x 0 em casa, o Jacaré caiu ao perder duas vezes para o Sport: 1 x 2 em Taguatinga e 1 x 4 na Ilha do Retiro.
Em 2009, sob o comando de Reinaldo Gueldini, atual treinador, o time amarelo foi eliminado depois de passar pelo Cristal (AP), com duas vitórias (2 x 1, fora; e 3 x 1, em casa); e sofrer dupla derrota diante do Goiás (0 x 1, em casa; 1 x 4, no Serra Dourada).
No ano passado, o Brasiliense, de forma inédita, não passou da primeira fase. Perdeu do Chapecoense por 3 x 0 na estreia, no interior catarinense, e caiu mesmo com a vitória por 2 x 1 na Boca do Jacaré, na volta.
Com a eliminação, o Jacaré continua sem chegar às oitavas-de-final desde 2007, quando chegou à semifinal. Com o 0 x 0 na ida, na Boca do Jacaré, o time amarelo jogava por um empate com gols para acabar com o jejum.
Em 2007, depois de golear o Barra do Garças-MT por 4 x 1 na estreia, resultado que antecipou a vaga, o Jacaré avançou para as oitavas ao eliminar o Juventude (RS), então um adversário da Série A, como o Ceará é atualmente.
O primeiro duelo, em Taguatinga, coincidentemente, acabou sem gol. Na decisão, em Caxias (RS), vitória e vaga amarela por 3 x 2.
O jejum começou no ano seguinte. Depois de eliminar a Ulbra (RS), com 1 x 1 fora e 1 x 0 em casa, o Jacaré caiu ao perder duas vezes para o Sport: 1 x 2 em Taguatinga e 1 x 4 na Ilha do Retiro.
Em 2009, sob o comando de Reinaldo Gueldini, atual treinador, o time amarelo foi eliminado depois de passar pelo Cristal (AP), com duas vitórias (2 x 1, fora; e 3 x 1, em casa); e sofrer dupla derrota diante do Goiás (0 x 1, em casa; 1 x 4, no Serra Dourada).
No ano passado, o Brasiliense, de forma inédita, não passou da primeira fase. Perdeu do Chapecoense por 3 x 0 na estreia, no interior catarinense, e caiu mesmo com a vitória por 2 x 1 na Boca do Jacaré, na volta.
Para Ruy, os culpados estão do outro lado
O meia Ruy puxou pela memória o dia 16 de março para comentar a desclassificação do Brasiliense diante do Ceará, confirmada ontem, em jogo disputado no Castelão. Foi no dia 16 de março que Brasiliense e Ceará enfrentaram-se pelo jogo de ida da segunda fase e empataram em 0 x 0 - resultado que, na opinião de Ruy, ficou barato para o alvinegro cearense: "Eles tiveram sorte, porque lá na Boca do Jacaré, era para ter sido pelo menos 2 x 0 para a gente. O Ceará conseguiu a classificação lá na Boca do Jacaré. Eles devem muito ao Fernando Henrique, que fechou o gol lá. Se o nosso time tivesse feito um gol no nosso estádio, o resultado hoje teria sido bem diferente". E o experiente camisa 8 do time amarelo foi taxativo: "O Ceará deve sua classificação ao Fernando Henrique e ao Marcelo Nicácio, que foi feliz no segundo jogo". Ruy avaliou ainda a estratégia de jogo do adversário no segundo tempo, que acabou pressionando demais a defesa do Brasiliense até ela ceder o gol: "A gente começou com a posse de bola, mas depois o Ceará recorreu à bola alçada na área. E bola alçada na área é igual à loteria: uma hora você acerta. Eles foram felizes em achar este gol já nos acréscimos. A bola sobrou no pé do Nicácio e ele fez o gol que eliminou a gente". O meio-campista ressaltou ainda que a torcida do Ceará, que lotou o local do jogo na noite de despedida do Castelão, teve papel preponderante no resultado final da partida: "Eu conheço a torcida do Ceará e sei que é ela que empurra o time. É uma torcida de massa e a gente veio aqui para jogar no caldeirão deles, sabendo que a torcida não ia desistir do time. Acho que eles cansaram no segundo tempo, mas a torcida abraçou o time e fez com que eles continuassem vivos no jogo. E quando isso acontece, o time fica imbatível", conclui Ruy. Foi de Ruy o gol que colocaria o Brasiliense ainda vivo na competição. O Jacaré precisava de um empate com gols para avançar à próxima fase, mas acabou permitindo que o Ceará fizesse o gol da virada nos derradeiros minutos de jogo. O experiente ex-lateral-direito do Jacaré explicou como aconteceu o seu gol: "O professor Reinaldo (Gueldini) havia me pedido para que não me expusesse demais e ficasse mais preso atrás, na marcação. Mas fui avançando na jogada e tudo ia clareando para que eu tentasse a finalização". Com dois gols - o de ontem e o primeiro da vitória por 2 x 0 sobre o Águia de Marabá -, Ruy foi o maior goleador do Brasiliense em sua curta participação na Copa do Brasil.
Jogadores classificam eliminação como injusta
O Brasiliense chegou a estar classificado para as oitavas-de-final da Copa do Brasil até os 48 minutos do segundo tempo. Depois de passar praticamente o jogo todo suportando a pressão do Ceará naquele que foi um jogo de ataque contra defesa, o Jacaré cedeu o gol já nos acréscimos da partida, quando Marcelo Nicácio fuzilou as redes de Gilson e confirmou a classificação do alvinegro cearense. Para o zagueiro Moacri, que esteve na linha de resistência armada pelo Jacaré desde que Ruy abriu o placar da partida, o gol da virada foi fruto da insistência do time alvinegro: "A gente lutou bastante. Pela partida que fizemos, não merecíamos ter saído tão cedo. O Ceará insistiu bastante e infelizmente fez o gol", lamentou o zagueiro, que teve a companhia de Raphael e Teco no setor defensivo. A desclassificação precoce abateu o meia Ruy, que, visivelmente chateado, depois do confronto, desabafou: "O futebol é muito injusto. O Brasiliense lutou muito. A gente estava bem motivado e o time não merecia ficar nessa fase. Todo mundo sabe das nossas dificuldades e como a gente sofre. Tínhamos que ter passado para uma fase melhor", disse. Já o volante Ferrugem, que protagonizou algumas das poucas jogadas mais agudas do Brasiliense no jogo, encara que a classificação escorreu pelos dedos do Brasiliense mais uma vez por azar: "É muito complicado tentar entender o que aconteceu. Não merecíamos ter sido eliminados pelo jogo que fizemos. Dentro de campo, contou também a sorte, que infelizmente estava do lado deles. Agora é levantar a cabeça, porque temos o Campeonato Candango pela frente".
Jacaré perde invencibilidade no Ceará
A eliminação do Brasiliense da Copa do Brasil, com a derrota, de virada, por 2 x 1 para o Ceará, ontem, no Castelão, acabou com uma invencibilidade de 20 jogos em mais de quatro meses (138 dias no total, 48 de férias).
O time amarelo não perdia uma partida desde o dia 13 de novembro, no 0 x 1 diante do Náutico, em Taguatinga, pela 36ª e antepenúltima rodada da Série B.
Desde então, o Jacaré colecionava 14 vitórias e seis empates. Foram dois triunfos ainda pela Série B do Brasileiro do ano passado, ambos por 2 x 1, sobre a Ponte Preta e o América-RN; 11 sucessos e quatro igualdades pelo candango de 2011; e o 1 x 1 e o 2 x 0 na Copa do Brasil deste ano contra o Águia de Marabá-PA, na primeira fase, e 0 x 0 diante do Ceará, no duelo de ida da segunda fase da mesma competição.
O time amarelo não perdia uma partida desde o dia 13 de novembro, no 0 x 1 diante do Náutico, em Taguatinga, pela 36ª e antepenúltima rodada da Série B.
Desde então, o Jacaré colecionava 14 vitórias e seis empates. Foram dois triunfos ainda pela Série B do Brasileiro do ano passado, ambos por 2 x 1, sobre a Ponte Preta e o América-RN; 11 sucessos e quatro igualdades pelo candango de 2011; e o 1 x 1 e o 2 x 0 na Copa do Brasil deste ano contra o Águia de Marabá-PA, na primeira fase, e 0 x 0 diante do Ceará, no duelo de ida da segunda fase da mesma competição.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Em franco crescimento
Sob a batuta do ex-xerifão Gérson e após um início de campeonato ruim, o Ceilandense, ao que parece, vai se acertando ao longo da primeira fase da Série B do Campeonato Brasiliense.
Após derrotar o até então invicto Botafogo-DF por 1 x 0, na semana passada, ontem, no Mané Garrincha, o tricolor da Ceilândia aplicou 2 x 0 no Brazsat.
Com mais este resultado positivo, os comandados de Gérson chegam aos mesmos sete pontos do CFZ. Figuram na quarta colocação, mas perdem por causa do saldo de gols. O time das três letras tem um gol positivo, enquanto o Ceilandense tem zero, pois marcou três e sofreu outros três.
Novamente o pequenino atacante Edicarlos foi decisivo para a concretização do triunfo. A exemplo do que ocorreu no duelo diante do Botafogo, ele ontem deixou novamente a sua marca. O outro foi marcado por Cabrini.
Em quatro jogos, o Ceilandense acumula duas vitórias e um empate. Só perdeu a partida de abertura. Já o Brazsat tem quatro pontos, fruto de uma vitória e um empate. Ontem foi a segunda derrota no atual campeonato.
Na próxima rodada, o Ceilandense enfrentará o lanterna Cruzeiro na casa do inimigo. Já o Brazsat jogará com o CFZ, no Mané Garrincha. Todos os jogos serão disputados no sábado à tarde.
Após derrotar o até então invicto Botafogo-DF por 1 x 0, na semana passada, ontem, no Mané Garrincha, o tricolor da Ceilândia aplicou 2 x 0 no Brazsat.
Com mais este resultado positivo, os comandados de Gérson chegam aos mesmos sete pontos do CFZ. Figuram na quarta colocação, mas perdem por causa do saldo de gols. O time das três letras tem um gol positivo, enquanto o Ceilandense tem zero, pois marcou três e sofreu outros três.
Novamente o pequenino atacante Edicarlos foi decisivo para a concretização do triunfo. A exemplo do que ocorreu no duelo diante do Botafogo, ele ontem deixou novamente a sua marca. O outro foi marcado por Cabrini.
Em quatro jogos, o Ceilandense acumula duas vitórias e um empate. Só perdeu a partida de abertura. Já o Brazsat tem quatro pontos, fruto de uma vitória e um empate. Ontem foi a segunda derrota no atual campeonato.
Na próxima rodada, o Ceilandense enfrentará o lanterna Cruzeiro na casa do inimigo. Já o Brazsat jogará com o CFZ, no Mané Garrincha. Todos os jogos serão disputados no sábado à tarde.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Lúcio quer confirmar classificação amanhã
O zagueiro brasiliense quer fechar a classificação já neste sábadoFoto: CBF
"Jogar em um lugar assim, para a seleção local é um incentivo, mas eu gosto de atuar em um estádio acanhado. Tenho certeza que meus companheiros também estão tranquilos quanto a isso", disse Júlio César.
Capitão da Seleção Brasileira, o zagueiro brasiliense Lúcio quer antecipar, ao máximo, a classificação à Copa do Mundo. Para ele, só a vitória interessa neste sábado, em Rosário, contra a Argentina, pela 15.ª rodada das Eliminatórias. Uma vitória no clássico praticamente garante o time de técnico Dunga no Mundial na África em 2010.
Lúcio não quer nem saber da atual situação dos rivais que, ao contrário do Brasil, não vivem um bom momento na competição. Enquanto a seleção é líder com 27 pontos, a Argentina ocupa a incômoda quarta colocação, com 22 pontos, e pode até terminar a rodada fora do grupo de classificação para a Copa.
"Sabemos do momento que vive a Argentina, mas o nosso objetivo aqui é vencer para conquistar a classificação. Queremos carimbar logo o passaporte para a Copa", disse Lúcio.
O zagueiro da seleção também não se importa com a mudança de estádio. Anteriormente, o jogo estava marcado para o Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, mas a pedido dos jogadores e do técnico Maradona, foi transferido para Rosário, no Gigante de Arrojito.
"Sabemos que a troca de estádio foi para ter o público um pouco mais perto e trazer um mais de pressão para nós jogadores", disse Lúcio. "Ninguém pensa que vai ser de outra forma e somos todos experientes e isso vai nos ajudar bastante", completou.
O goleiro Júlio César é outro que não se importa de jogar em um estádio menor e com ainda mais provocação do torcedor adversário. O Gigante de Arrojito tem capacidade para apenas 22 mil pessoas e os argentinos fazem longas filas para comprar os ingressos.
Lúcio não quer nem saber da atual situação dos rivais que, ao contrário do Brasil, não vivem um bom momento na competição. Enquanto a seleção é líder com 27 pontos, a Argentina ocupa a incômoda quarta colocação, com 22 pontos, e pode até terminar a rodada fora do grupo de classificação para a Copa.
"Sabemos do momento que vive a Argentina, mas o nosso objetivo aqui é vencer para conquistar a classificação. Queremos carimbar logo o passaporte para a Copa", disse Lúcio.
O zagueiro da seleção também não se importa com a mudança de estádio. Anteriormente, o jogo estava marcado para o Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, mas a pedido dos jogadores e do técnico Maradona, foi transferido para Rosário, no Gigante de Arrojito.
"Sabemos que a troca de estádio foi para ter o público um pouco mais perto e trazer um mais de pressão para nós jogadores", disse Lúcio. "Ninguém pensa que vai ser de outra forma e somos todos experientes e isso vai nos ajudar bastante", completou.
O goleiro Júlio César é outro que não se importa de jogar em um estádio menor e com ainda mais provocação do torcedor adversário. O Gigante de Arrojito tem capacidade para apenas 22 mil pessoas e os argentinos fazem longas filas para comprar os ingressos.
"Jogar em um lugar assim, para a seleção local é um incentivo, mas eu gosto de atuar em um estádio acanhado. Tenho certeza que meus companheiros também estão tranquilos quanto a isso", disse Júlio César.
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